01/06/2016

Galo volta a jogar mal e fica no empate com o Flu no Horto

Começo de Libertadores, mas jogo de Brasileiro. Contra o Fluminense, o Atlético abriu o placar logo no início, mas levou o empate ainda no primeiro tempo e, sem inspiração no meio campo, não conseguiu reagir. Com isso, Marcelo Oliveira continua sem vencer no seu retorno ao Galo - são quatro partidas, com três empates e uma derrota. Resultado final em 1 a 1 no Independência, pela quinta rodada.
Na próxima partida, o Atlético viaja até Recife para enfrentar o Sport na Ilha do Retiro.
O jogo. Alguns torcedores ainda entravam no estádio quando Patric cruzou forte para Tiago subir no segundo pau, ganhar do marcador pelo alto e estufar a rede adversária. O começo estilo Copa Libertadores - em todos os jogos do Galo no Horto pelo torneio continental, a equipe alvinegro marcou pelo menos um gol com menos de 15 minutos de jogo - animou a Massa e os jogadores em campo.

O jogo ficou bonito de se ver, com jogadas plásticas - caneta e chapéu foram vistos - e a raça atleticana podendo ser vistas. O Fluminense foi pouco a pouco equilibrando a partida, tentando encontrar brechas na defesa alvinegra.
No ataque alvinegro, o Galo tinha Patric e Júnior Urso fazendo as vezes de armadores, com Robinho flutuando e também ajudando na construção de jogadas. Carlos brigava na frente com poucos sucessos. Já na defesa, Fred tinha em sua cola o zagueiro Tiago, enquanto Gustavo Scarpa tinha perto de si o volante Lucas Cândido, que mais uma vez estava improvisado de lateral-esquerdo. 
E foi em um vacilo de Cândido que o Flu chegou ao empate. Fred levou Tiago praticamente até o meio campo, enquanto Scarpa passou em velocidade e não foi acompanhado pelo lateral improvisado. O jogador, então, chegou ao gol atleticano e chutou forte sem chances para Victor, que foi enganado por um desvio após a finalização do garoto tricolor.
No segundo tempo, a falta de inspiração no meio campo ficou ainda mais visível, ajudando a minar as jogadas ofensivas. Com isso, as jogadas pelas pontas, principalmente com Marcos Rocha pela direita, tornaram-se necessárias.
A torcida atleticana ficava apreensiva esperando pelo menos mais um momento de inspiração do setor ofensivo alvinegro enquanto o técnico Marcelo Oliveira não modificava a equipe.
Quando o relógio bateu 23 minutos do segundo tempo, o recém empossado treinador atleticano resolveu entrar em ação, sacando o pouco operante Robinho para a entrada de Hyuri e Donizete para a aproveitar a velocidade de Pablo - João Figueiredo teve alguns poucos minutos em campo.
Porém, a correria e movimentação constante no setor ofensivo de nada adiantaram sem um "camisa 10" de ofício. O empate perdurou no placar para o desânimo dos torcedores que compareceram ao Horto.

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