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Golpe

Estelionatário clona WhatsApp de terceiro para conseguir dinheiro

Golpista se passou por amigo e pediu R$ 1.200 para conserto de um veículo à vítima, que acabou fazendo transferência

27/09/2019 16h06Atualizado há 4 semanas
Por: Redação

Usuários do serviço de mensagens instantâneas do WhatsApp devem ficar atentos a um golpe que voltou a circular na praça: há denúncia de que um estelionatário, ainda não identificado, tenha clonado o número de telefone de uma pessoa e utilizado o usuário  dela para conseguir dinheiro de forma ilícita. Até agora, foi identificada uma vítima, um homem de 40 anos, que sofreu o golpe nessa quinta-feira (26), em Conceição do Mato Dentro, na região Central de Minas Gerais.

No ano passado, o deputado federal delegado Edson Moreira caiu em um golpe parecido e depositou R$ 5.000 na conta de um dos golpistas. À época, o parlamentar informou que a irmã e sobrinha dele, que moram em São Paulo, receberam mensagens no celular, no nome dele, solicitando depósito em dinheiro em uma conta do Banco do Brasil.

Desta vez, a vítima perdeu R$ 1.200. As informações do boletim de ocorrência dão conta que de que o homem lesado procurou pela PM na manhã desta sexta-feira (27), alegando ter recebido as mensagens por voltas das 15h30 enviadas por um amigo por meio do aplicativo. No texto, ele pedia a quantia em dinheiro emprestada para pagar o conserto de um veículo. 

Diante do pedido do “amigo”, o homem fez a transferência bancária do valor solicitado para a conta corrente de um terceiro. Depois disso, ligou para o colega para confirmar o valor depositado, mas este informou que não havia feito o pedido do dinheiro e que possivelmente o celular havia sido clonado.

Para evitar que outras pessoas também pudessem cair no golpe, o homem avisou aos contatos para que ignorasse possíveis mensagens que solicitassem dinheiro. A vítima, por sua vez, foi orientada pela PM para ir até à agência bancária onde tem conta para relatar o caso e averiguar a possibilidade de reaver o dinheiro e procurar pela Polícia Civil para que a instituição investigue o caso.

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