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Campeonato Carioca faz parceria e passa a ser transmitido no TikTok

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domingo, 25 de abril de 2021

 

Campeonato Carioca já tem perfil na plataforma com mais de um milhão de visualizações — Foto: FIFA/DIVULGAÇÃO

Assim como a Copa do Nordeste, o Campeonato Carioca fechou uma parceria com o TikTok e pela primeira vez na história dos torneios estaduais do país será transmitido no aplicativo. A estreia aconteceu na manhã deste domingo (25), com a partida entre Fluminense e Madureira, pela última rodada da Taça Guanabara.

O Cariocão já possui mais de um milhão de visualizações em seu perfil na plataforma e, com a medida, consegue expandir ainda mais seus conteúdos para os torcedores dos times do Rio de Janeiro. O acordo foi conduzido pela agência Sportsview, que é responsável por conduzir os direitos de transmissão da competição.

E foi também nesta rodada que o torneio passou a ser transmitido para 40 países através do sistema pay TV ou streaming, dependendo das operadoras de cada local. Além dos Estados Unidos, o Carioca pode ser visto no Canadá, França, Austrália, Espanha, Alemanha, Reino Unido e em toda a América Latina.

Após o rompimento do contrato com a TV Globo no ano passado, a competição começou a buscar novas alternativas para ser exibido para o maior público possível, com foco em plataformas de distribuição de conteúdos pela internet.

PicPay protocola pedido de IPO na SEC para estrear na Nasdaq

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quarta-feira, 21 de abril de 2021


 Com 50 milhões de usuários e a meta de se tornar uma espécie de Wechat, o superapp chinês, do Ocidente, o PicPay acaba de protocolar o pedido de IPO na SEC para abrir capital na Nasdaq. O sindicato de bancos que está coordenando a oferta é formado pelos brasileiros BTG Pactual e Bradesco BBI, e pelos internacionais Santander e Barclay’s.

Uma fonte de mercado afirma que a conta que tem sido feita é a de que cada usuário ativo valha US$ 1 mil. Por essa régua,  com 36,6 milhões de usuários ativos, a empresa atingiria um valuation de US$ 36,6 bilhões. Mas, diante dos descontos que podem ser praticados no mercado e também a base de usuários ativos que será considerada, é muito improvável que chegue neste valor.

No prospecto, o PicPay revelou que, no ano passado, a receita atingiu R$ 385,9 milhões, contra R$ 85,9 milhões, em 2019. No período, o prejuízo foi de R$ 803,6 milhões. Um ano antes, a perda tinha sido de R$ 266,6 milhões. Mas a empresa reforça que o momento agora é de se concentrar no aumento da base de usuários, que tem crescido a um ritmo chinês.

Em 2020, o PicPay começou o ano com 14,9 milhões de usuários e fechou com 38,8 milhões. Em janeiro deste ano, a companhia contava com 41 milhões de usuários e agora está com 50 milhões. A estimativa é de que termine 2021 com 65 milhões de usuários.

No caminho para buscar esse número, a empresa também divulgou os resultados preliminares do primeiro trimestre de 2021. Entre janeiro e março, a estimativa é de que a receita ficou entre R$ 140 milhões e R$ 150 milhões, um salto entre 382,8% e 417,2% sobre igual período, um ano antes.

O movimento do PicPay rumo ao IPO já era aguardado. A companhia vinha se preparando para isso desde 2019, quando começou a conversar com bancos. Uma reorganização societária aconteceu recentemente por conta do IPO.

Antes, 22,70% do PicPay pertenciam ao Banco Original e o restante estava nas mãos de José Batista Sobrinho, o patriarca da família Batista, com 67,64%, e a J&F Participação, que controla a JBS, com 9,66% do negócio. Agora, 100% estão com a J&F.

Desde o início do ano, a companhia liderada por José Antônio Batista, reforçou o management e trouxe executivos de muita expressão no mercado. Entre eles, Eduardo Chedid, ex-CEO da bandeira de cartões Elo, para ser vice-presidente de serviços financeiros, e André Cazotto, ex-PagSeguro, empresa listada na Nasdaq, para ser o diretor de relações com investidores.

A companhia também contratou Augusto Ribeiro para ser o seu diretor financeiro. O executivo, que já tinha sido CFO da BRF e da Iochpe-Maxion, chegou para substituir Rômulo Dias, que ficou apenas um mês no cargo.

Na área de tecnologia, o PicPay trouxe Guilherme Telles, o homem que implantou a operação do Uber no Brasil e estava no fundo Dynamo, para ser o seu Chief Strategy Officer (CSO).

Além dele, Fábio Plein, ex-Uber Eats, foi recrutado para comandar o marketplace, que movimentou 31,1 milhões de transações no ano passado. Essa área fica sob supervisão do fundador e vice-presidente de tecnologia Anderson Chamon.

Mais do que sinalizar uma maior profissionalização ao mercado, os reforços estão chegando para dar suporte a aceleração da companhia. “O crescimento aqui é muito grande. O PicPay foi criado para bípedes com smartphone”, disse José Antônio Batista, CEO da empresa, em uma recente entrevista. Só em 2020 o TPV, o chamado volume transacionado, foi de R$ 36,8 bilhões.

Nos últimos meses, a empresa intensificou a atuação em algumas áreas e inaugurou outras, um movimento que foi antecipado pelo NeoFeed em janeiro deste ano. O Picpay entrou no segmento de peer-to-peer lending, crédito pessoal e criou serviço de mensageria.

Na área de cartões de crédito, um negócio iniciado dentro da empresa na metade do ano passado e acelerado a partir de novembro, já foram emitidos 5 milhões de plásticos, o que revela como a companhia tem conseguido fazer o cross sell com sua poderosa base de usuários.

O Picpay ainda se prepara para lançar uma plataforma de investimentos, ofertar seguros e criar uma área de advertising. O dinheiro do IPO vai ser usado para continuar escalando a base de usuários, aumentar a ativação e a retenção de clientes que transacionam, lançar e ofertar novos produtos e também para aquisições estratégicas.

A companhia não informou se a oferta será 100% primária, quando o dinheiro entra na empresa, ou se terá uma parte secundária, quando os acionistas embolsam parte do dinheiro. Isso será informado no segundo filing, depois dos road shows com investidores.

Microsoft negocia compra do Discord, o WhatsApp dos gamers, por US$ 10 bilhões

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terça-feira, 23 de março de 2021

A Microsoft está negociando a compra do serviço de chat Discord, considerado uma espécie de WhatsApp dos gamers, em um negócio que pode superar os US$ 10 bilhões.

Por reunir uma grande comunidade de jogadores, que trocam mensagens de texto e voz enquanto disputam partidas, o Discord é considerado um ativo estratégico para companhias envolvidas no segmento de games.

A decisão final, no entanto, ficará a cargo do CEO, Jason Citron. A Microsoft não é a única interessada. A desenvolvedora de jogos Epic Games, dona do Fortnite, e a Amazon também teriam manifestado a intenção de comprar o Discord, de acordo com o agência de notícias Bloomberg. Uma abertura de capital também faz parte das opções da startup. As negociações ainda estão em fase inicial.

O interesse da Microsoft é natural. A empresa vem acelerando seus negócios envolvendo o setor de games, em que marca presença com o console Xbox. Em setembro de 2020, comprou a ZeniMax, por US$ 7,5 bilhões, em um negócio que envolveu também a publisher Bethesda Softworks, conhecida por títulos populares, como “Fallout” e “Doom”.

A companhia fundada por Bill Gates vem também expandindo seu serviço Game Pass, que oferece dezenas de títulos mediante a assinatura de um valor mensal. É uma plataforma semelhante ao Netflix que neste mês ganhou o reforço de games clássicos da Bethesda.

Além disso, a companhia liderada pelo CEO indiano Satya Nadella vem buscando uma aproximação com as novas gerações de consumidores. Um exemplo recente foram as conversas para a compra do Pinterest, rede social de compartilhamento de imagens avaliada em US$ 51 bilhões. O negócio não vingou.


Em 2020, a Microsoft também mostrou forte interesse pelo aplicativo chinês de vídeos curtos TikTok. Na ocasião, o então presidente americano Donald Trump fez pressão para que as operações da rede social em solo americano fossem vendidas a uma empresa do país, alegando questões de segurança. A negociação, que também contou com o interesse da Oracle, não foi para frente.


As notícias sobre a possível compra do Discord pela Microsoft acontecem poucos meses depois de uma captação de US$ 140 milhões realizada pela startup, avaliada em US$ 7 bilhões. A companhia cresceu muito durante a pandemia e atingiu a marca de 140 milhões de usuários mensais.


A Discord conseguiu gerar US$ 130 milhões em receita por meio da venda de pacotes de serviços premium, como o Discord Nitro, que oferece limite maior para envio de arquivos, compartilhamento de tela em alta definição e maior capacidade de personalização. Mas não é ainda uma companhia lucrativa.


Há também uma questão envolvendo a independência do Discord. Hoje, ela serve como um agregador de comunidades diferentes no universo gamer. Se for comprada pela Microsoft, será que passará a atender apenas uma comunidade centrada ao redor do Xbox? Se sim, analistas acreditam que pode haver uma debandada de usuários caso a compra de concretize.


O mercado vive um momento em que os gigantes da tecnologia estão olhando para o setor de games com grande interesse. A chinesa ByteDance, dona do TikTok, comprou a produtora de games Moonton, responsável pelo sucesso Mobile Legens, por US$ 4 bilhões.


Além disso, a desenvolvedora Roblox, que produz games para diversas plataformas, abriu seu capital no início de março na Bolsa de Nova York e hoje está avaliada em US$ 39 bilhões.


Fonte:NeoFeed

Signal: por brecha de segurança, Telegram se torna menos atrativo que concorrente

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

 As mudanças nos termos de uso e políticas de privacidade do WhatsApp não deixaram os usuários nada satisfeitos. As novas diretrizes chamaram bastante atenção por um detalhe: as contas que não aceitarem compartilhar dados com o Facebook serão suspensas. Por isso, apps como o Telegram e o Signal estão sendo procurados como alternativa e muitos usuários querem saber qual é o mais seguro entre eles.

O Telegram é o tradicional rival do WhatsApp, e já oferecia criptografia de ponta a ponta muito antes do adversário. O aplicativo também coleta consideravelmente menos dados do usuário. O Signal é o app “da moda” no momento, e já foi recomendado pelo ex-analista da Agência de Segurança Nacional americana (NSA) Edward Snowden e pelo empresário Elon Musk

.Mas uma ferramenta pode colocar o Signal como o mais seguro – e não é um recurso seu, mas um problema em um serviço do Telegram. De acordo com o pesquisador de segurança Ahmed Hassan, a opção de “Encontrar Pessoas Próximas”, que usa o GPS para achar contatos e grupos nas redondezas,  é um risco à segurança do usuário.

Em uma postagem no seu blog, Hassan explica que cibercriminosos podem falsificar sua localização geográfica no Telegram para aplicar golpes. Com duas contas com endereços falsos, os hackers podem triangular a localização exata de usuários do Telegram sem que ele se dê conta. “A quantidade de atividades ilegais que vi lá fez o Silkroad parecer que era executado por amadores”, conta Hassan.

O pesquisador de segurança disse que entrou em contato com o aplicativo, mas recebeu como resposta que descobrir a localização específica de um usuário é um resultado “esperado” do recurso Pessoas Próximas. A ferramenta vem desativada por padrão, mas não há nenhum aviso sobre essa possibilidade quando ela é ativada.

Coleta de dados

Entre os aplicativos de mensagens, o WhatsApp é o que mais registra dados dos usuários, como, por exemplo, interações entre contas, fotos de perfil e informações sobre dispositivos. De acordo com a Facebook, “o WhatsApp quer que as pessoas tenham cada vez mais facilidade tanto para comprar, como para conseguir suporte de uma empresa, diretamente na plataforma.”

Em contrapartida, o Telegram sempre se vendeu como uma alternativa com mais proteção aos seus usuários. Os únicos dados dos usuários que são armazenados são sua identificação e a lista de contatos. A empresa diz que compartilhou “0 bytes de dados” com terceiros ou governos até hoje.

Recurso de “sealed sender” do Signal. Imagem: Signal/Reprodução

Já no mais seguro entre eles, o Signal, o único dado do usuário que fica cadastrado é o número do telefone. Além da criptografia ponta a ponta das mensagens (por meio de um protocolo de sinal de código aberto), o serviço aplica a tecnologia “sealed sender” que um token de entrega de 96 para conectar remetente e destinatário. Assim, nem o Signal sabe quem está enviando mensagens para quem.

Via: LifeHacker/India Today

Falha no DNS do Google afeta parte da internet brasileira

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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Teve problemas com sua internet nesta segunda-feira (3)? Você não está sozinho. Muitos usuários brasileiros estão relatando dificuldades para acessar vários sites como resultado de um problema no DNS do Google, utilizado por muitos para conectar-se à rede, mesmo que sequer estejam cientes disso.

O serviço de DNS é um grande "catálogo" de endereços da web, permitindo que você, por exemplo, digite "olhardigital.com.br" na barra do seu navegador e encontre esta página que está lendo neste momento. Quando esse serviço fica instável, usuários passam a ter dificuldade em acessar sites, ou então alguns elementos específicos de uma página podem quebrar.
Isso não significa que os sites saíram do ar. Eles só estão inacessíveis pelo seu computador ou celular. Neste caso, só há duas soluções: esperar a recuperação do serviço ou então alterar a configuração de DNS do seu computador para outro que esteja funcional.

Existem várias alternativas grátis de DNS, embora seja recomendável tomar algum cuidado com elas por questões de privacidade. Uma das opções mais populares é o DNS da CloudFlare, que é famoso pelo endereço fácil de lembrar: 1.1.1.1.

Para trocar o DNS no seu Windows 10, basta abrir o "Painel de Controle", entrar em "Rede e Internet", acessar "Conexões de Rede" e clicar com o botão direito sobre o seu adaptador de rede (pode ser o seu modem de internet Wi-Fi ou sua porta Ethernet para quem usa cabo de rede). 
Selecione "Propriedades" e, na janela que abrir, clique em "Protocolo IP Versão 4 (TCP/IPv4)". Agora, basta selecionar "Usar os seguintes endereços de servidor DNS" e digitar o número do IP desejado. No caso da CloudFlare, basta digitar "1.1.1.1" no campo de "Servidor DNS preferencial" e dar "OK" para confirmar.

eBay é vendido por US$ 9,2 bilhões para a Adevinta

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terça-feira, 21 de julho de 2020

O eBay, um dos sites de vendas online mais antigos da internet, foi comprado pela norueguesa Adevinta por US$ 9,2 bilhões (Crédito: Divulgação)
O eBay, um dos sites de vendas online mais antigos da internet, foi comprado pela norueguesa Adevinta, que controla a OLX, por US$ 9,2 bilhões. O anúncio, feito nesta terça-feira (21), deve criar a maior empresa de classificados do mundo.
Como parte da transação, o eBay receberá US$ 2,5 bilhões em dinheiro e 540 milhões de ações da Adevinta, um montante que representa 44% da empresa de classificados online.
A companhia norueguesa é uma das grandes redes de classificados online no mundo.
A notícia do acordo já trouxe valorização para a Adevinta, que começou a ser negociada na Bolsa de Valores de Oslo no ano passado, e viu suas ações subirem 32% nesta terça-feira.

TikTok chega a 1,5 bilhão de downloads – no ano, é o único entre os 5 mais baixados que não pertence ao Facebook

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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Foto Reprodução
O
mundo das redes sociais ganhou um ator fora do eixo das gigantes tecnológicas nos últimos anos: o TikTok. A rede social fundada pela startup ByteDance segue firme em sua trajetória e atingiu mais uma marca importante: 1,5 bilhão de downloads na App Store e no Google Play.
Neste ano, o aplicativo já é o terceiro mais baixado do mundo - 614 milhões de vezes -, atrás apenas do WhatsApp (baixado 707 milhões de vezes) e do Messenger (636 milhões). A iniciativa chinesa está à frente do Facebook e do Instagram em número de downloads em 2019, segundo dados do site Sensor Tower.
Na prática, o TikTok é o único entre os cinco aplicativos mais baixados que não pertence a empresa de Mark Zuckerberg. O app é da ByteDance, startup fundada pelo chinês Zhang Yiming. A empresa fez uma série de movimentos estratégicos nos últimos anos até, no final de 2018, receber um aporte de US$ 3 bilhões do grupo japonês SoftBank. Com isso, seu valor de mercado chegou aos US$ 75 bilhões.

Negócio da Índia

Embora o app tenha conquistado uma grande fatia do mercado chinês, o maior crescimento recente de número de usuários foi na Índia. 277,6 milhões de downloads foram feitos por usuários do País neste ano - 45% do número global -, ainda segundo os dados do Sensor Tower. China e Estados Unidos aparecem na sequência.
O número de downloads do TikTok no EUA chega a 37,6 milhões no ano. Mais um fator de preocupação para Zuckerberg? O público do aplicativo chinês é formado majoritariamente pela chamada geração Z - que, justamente, tem deixado de lado redes sociais como o Facebook.
Recentemente, o CEO da companhia americana entrou numa ofensiva contra o TikTok. No lado ideológico, chegou a dizer que, enquanto os serviços da empresa dele são usados por manifestantes de todo o mundo, o TikTok censura menções a protestos.
Na quarta-feira passada (12), a versão brasileira do Instagram, também da companhia americana, lançou o "Cenas", uma ampliação do recurso de edição de vídeo, semelhante ao TikTok.

Por que ninguém quis comprar o Twitter

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sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Twitter está à venda. Com milhões de usuários produzindo conteúdo em tempo real, poderia ser uma ferramenta para recolher dados de comportamento e aumentar a precisão da publicidade.
No entanto, a rede social não recebeu nenhuma oferta de compra, embora gigantes como Google, Facebook, Microsoft e Apple estivessem entre os principais suspeitos para a aquisição.
Com isso, as ações da empresa despencaram 15% em apenas um dia e ela perdeu bilhões em valor de mercado, chegando a US$ 12,6 bilhões. O que aconteceu para que os compradores desistissem da operação?
"A primeira coisa que atrai qualquer um ao olhar para o Twitter é a quantidade de dados disponíveis. A rede dá uma visão muito ampla sobre como as pessoas se conectam e como se comunicam", afirmou Jenny Sussin, diretora de Pesquisas da consultoria de tecnologia Gartner.
No entanto, muitos desses dados já estão abertos, acessíveis para qualquer um que queira analisá-los. "Por que uma empresa iria pagar pelo Twitter se ela já pode ter o seu ativo mais valioso, seus dados, de graça?", diz a especialista.
"O acesso a demais dados e funcionalidades do Twitter vale US$ 20 bilhões? Provavelmente não", afirmou. No entanto, se o valor das ações cair ainda mais, é provável que investidores voltem a ficar interessados.
A Salesforce é uma empresa que ainda estaria considerando a aquisição, afirmou a CNBC, mas o preço atual ainda estaria muito alto para aprovação dos acionistas.

Uma bagunça

O preço alto e a falta de atrativos úncios não são os únicos obstáculos entre a empresa do passarinho e possíveis compradores.
"O Twitter se tornou uma bagunça", afirmou ela. “O conteúdo é difícil de organizar e há muitos trolls (pessoas empenhadas em disseminar o ódio e provocar os envolvidos em uma discussão na internet).” 
Além disso, a rede tem encontrado dificuldades para aumentar as receitas com propagandas e trazer novos usuários para a sua plataforma. Por isso, o seu valor de mercado foi do pico de US$ 50 bilhões, em 2013, ano do seu IPO, para apenas US$ 12,6 bilhões no início da semana. 

Aumento da competição

A rede social, que surgiu em 2006, hoje tem 313 milhões de usuários ativos e 3.860 funcionários em mais de 35 escritórios ao redor do mundo.
Com apenas 10 anos, a rede social já vivenciou mudanças radicais no seu mercado. Quando ela surgiu, o seu modelo era inovador e não havia nada igual. Com mensagens curtas, qualquer um poderia se comunicar com o mundo e alcançar pessoas que nunca imaginaria, em tempo real.
Uma década depois, muitos competidores surgiram e ameaçam a companhia, afirma Sussin. Aplicativos de mensagens, como o Facebook Messenger, Whatsapp, Telegram e Viber, se multiplicaram, ocupando o lugar do Twitter para conversas. Além disso, usuários também podem postar o que estão pensando no Snapchat.
“A empresa está reconhecendo que precisa mudar. Talvez por isso, está buscando um comprador para olhar seu negócio por outro ângulo”, afirma a consultora.
Se não encontrar, pode trilhar o mesmo caminho do Myspace, rede social que ainda existe mas é pouco relevante.

WhatsApp: usuários já relatam bloqueio do serviço

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terça-feira, 19 de julho de 2016

Os usuários do WhatsApp já enfrentam o bloqueio do serviço. As operadoras de celular começariam a bloquear o uso às 14h. Mas pouco antes já havia relatos na internet de imposibilidade de enviar e receber mensagens. A expectativa era que até as 15h o aplicativo estivesse totalmente fora do ar. 

O WhatsApp já prepara recurso para recorrer do bloqueio em todo o Brasil ordenado pela juíza de fiscalização da Vara de Execuções Penais do Rio de Janeiro Daniela Barbosa Assunção de Souza. Ela cobra da empresa que as mensagens trocadas por pessoas investigadas sejam desviadas em tempo real antes de ser implementada a criptografia que impossibilita o acesso ao conteúdo.

Em nota, o SindiTelebrasil confirmou que as prestadoras de serviços de telefonia móvel que representa — entre elas Vivo, Oi, Claro, TIM e Nextel — receberam a intimação judicial e cumprirão determinação da Justiça para bloquear o aplicativo WhatsApp a partir desta terça-feira à tarde.

7 em cada 10 mudariam de operadora se ela adotasse limite de internet

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terça-feira, 28 de junho de 2016

Um estudo conduzido pela empresa CVA Solutions revelou que 74% dos usuários dizem que mudariam de operadora se ela implementasse o limite de acesso ao final da franquia de dados.
A regra que permite às operadoras cortar, diminuir a velocidade ou cobrar taxa adicional ao final da franquia de dados ainda está em discussão no Senado, apesar de 99% dos consumidores terem votado contra a limitação em uma enquete.
A maioria (mais de 60%) usa a internet para ver filmes e outras atividades que demandam grande fluxo de dados. Além disso, 74,5% dos entrevistados mudariam de operadora se o processo fosse mais simples.
De acordo com a pesquisa, as notas dos três serviços analizados (Internet Banda Larga, TV por Assinatura e Telefonia) pioraram em relação a 2015. A Internet Banda Larga está na 43ª posição, com nota 6,20, pior do que em 2015, quando ficou com 6,45. Já a TV por Assinatura está na 41ª posição, com nota 6,45, contra 6,80 em 2015. Telefone Fixo ganha apenas da Telefonia Celular e está na 44ª posição, com nota 5,96, contra 6,31 em 2015. 
A escala de notas do estudo varia de 1 a 10, sendo que os setores líderes compreendem produtos da linha branca, micro-ondas (nota 8,87), varejo online (8,72), refrigeradores (8,67) e lavadoras de roupa (8,62).
No caso de TV por assinatura, 75,9% dizem que mudariam de marca se fosse mais simples, especialmente em busca de menores custos, e 11,5% informam que já cancelaram a assinatura para usar apenas Netflix e TV aberta – outros 4,8% dizem que nos próximos seis meses pretendem cancelar sua TV por assinatura e continuar apenas com Netflix.

Twitter compra startup de inteligência artificial Magic Pony

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segunda-feira, 20 de junho de 2016

A rede social Twitter informou nesta segunda-feira que irá adquirir a startup britânica Magic Pony dedicada à inteligência artificial para reforçar sua capacidade em análise de conteúdo visual.
A tecnologia da Magic Pony, empresa que realiza investigações para criar algorítimos que compreendam as características das imagens, "será utilizada para potencializar a força em transmissões ao vivo e em vídeo, abrindo uma enorme quantidade de possibilidades para o Twitter", disse o co-fundador e chefe-executivo Jack Dorsey em um blog.
"O aprendizado de máquina é cada vez mais uma parte central em tudo o que construímos no Twitter. Alimenta muito do trabalho que estamos fazendo para que seja mais fácil criar, compartilhar e descobrir o melhor conteúdo para que cada vez que o Twitter for aberto, esteja imerso em notícias, histórias e eventos mais relevantes para você".
Os termos do acordo não foram divulgados. A compra se dá em um momento no qual o Twitter luta para aumentar sua base de usuários e alcançar a rentabilidade, em meio a decepção da plataforma após a esperada oferta pública inicial em 2013.
Rob Bishop, co-fundador e diretor-executivo da Magic Pony, disse que unir esforços com o Twitter "dá a oportunidade de trazer os benefícios dessa investigação a centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo, e permitir a Magic Pony contribuir para uma experiência visual de maior qualidade no Twitter".
A equipe do Magic Pony trabalhará com o Twitter Cortex, uma equipe de engenheiros, cientistas de dados e investigadores em aprendizagem de máquina. O Twitter já adquiriu a Madbits em julho de 2014 e o Whetlab em junho de 2015, empresas desta categoria.

Para fugir de multa da Anatel, Oi concorda em investir mais de R$ 3 bilhões

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terça-feira, 24 de maio de 2016

A Oi e a Agência Nacional de Telecomunicações, a Anatel, finalmente firmaram um acordo após uma discussão de mais de três anos que dizia a respeito do débito de R$ 1,2 bilhão da operadora de telefonia. Agora, a empresa terá que investir R$ 3,2 bilhões em infraestrutura onde seus serviços são ineficientes ou não existem.
O acordo faz parte do Termo de Ajustamento de Condutas e é um negócio firmado pelo Ministério Público para dar à Anatel maior liberdade de cobrar as operadoras e para negociar acordos como este. Assim o órgão irá exigir que a empresa fornece serviços melhores para seus clientes.
Apesar de parecer estranho que a Oi tenha concordado em quase triplicar o valor que deveria pagar, a aceitação dos termos é perfeirtamente possível de ser entendida. Para isso, é preciso analisar que a empresa vive momento financeiro delicado e a exigência do pagamento da multa poderia causar um grande rombo nas contas da companhia. Com os investimentos há uma possibilidade de que a operadora volte a crescer e recupere o valor.
Na visão da Anatel, a troca irá beneficiar a população. Uma das melhorias exigidas pelo órgão é a troca de cabos de internet fixa em cerca de 950 mil residências apenas no Rio de Janeiro. Os componentes passarão a ser de fibra óptica e não mais de cobre.

WhatsApp prepara recurso de chamadas por vídeo

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terça-feira, 17 de maio de 2016

De acordo com imagens enviadas por diversos leitores, o WhatsApp está prestes a ganhar um recurso de chamadas de vídeo. O rumor em torno dessa função já existe há algum tempo, mas a opção começou a aparecer agora para alguns usuários de Android - e não é um golpe.
O leitor Douglas Macedo enviou uma imagem do recurso em seu aparelho. Ao clicar no botão de ligações, o aplicativo permite que o usuário escolha entre chamadas de áudio e chamadas de vídeo. Curiosamente, como pode ser visto abaixo, a opção de chamadas de vídeo ainda aparece em inglês.

WhatsApp lança programa que permite usar o aplicativo no computador

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quarta-feira, 11 de maio de 2016

O WhatsApp lançou na terça-feira (10) um programa que permite usar o aplicativo em computadores que tenham sistemas operacionais Mac e Windows. Clique aqui para baixar.
O aplicativo para computador vai funcionar como o WhatsApp Web, ou seja, sincronizado com as mensagens e conversas enviadas para o smartphone. 
O WhatsApp Web é um site que permite conversar com os contatos nos navegadores de internet. O programa exige no mínimo que o usuário tenha os sistemas operacionais Windows 8 e Mac OS 10.9 ou versões superiores instaladas no computador. 
Será possível instalar notificações na área de trabalho e também definir atalhos no teclado. Para baixar o aplicativo, basta entrar na área de download do site do WhatsApp, instalar no computador de escanear com o telefone celular o código QR.

Facebook é processado após planos de emitir novas ações

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sábado, 30 de abril de 2016

Um acionista do Facebook apresentou uma proposta de ação coletiva nesta sexta-feira, em uma aposta para interromper o plano da empresa de emitir novas ações Classe C, classificando um movimento como uma "tentativa de patente" para entrincheirar o presidente-executivo Mark Zuckerberg como acionista controlador.
O processo, apresentado no Tribunal de Chancelaria de Delaware, surgiu dois dias após a empresa de redes sociais anunciar seu plano para emitir as ações.

Debate da limitação da banda larga vai parar no Senado

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quinta-feira, 28 de abril de 2016

A polêmica da limitação da banda larga foi parar no Senado. Na próxima terça-feira, está marcada uma audiência pública para tratar sobre o assunto. A Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) vai participar da discussão, que será representada pela coordenadora institucional Maria Inês Dolci. Ela explica que haverá audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), conjunta com a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle e a Comissão de Serviços de Infraestrutura.
Além da Proteste, irão participar do debate representantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), do Ministério Público Federal (MPF) e das operadoras Vivo, Claro, Oi, NET e Tim.
Para o senador Lasier Martins (PDT-RS) – que apresentou requerimento de audiência pública para debater o projeto das operadoras – os mais prejudicados serão os pobres, dificultando o acesso à informação.
Depois da pressão popular com assinaturas online que chegaram ao portal e-Cidadania, do Senado, solicitando a proibição do limite para internet, a ideia pode virar lei. A proposta passou a ser uma Sugestão Legislativa que vai tramitar no Senado.
A Sugestão Legislativa é uma contribuição popular, que precisa ser avaliada em comissões do Senado para, depois, se tornar um projeto de lei. Essa sugestão que proíbe o corte de acesso à internet será examinada pela Comissão de Direitos Humanos.
O assunto gerou grande mobilização nas redes sociais após algumas operadoras anunciarem que passarão, a partir de 2017, a cortar o acesso dos usuários que atingirem o limite de sua franquia de dados e oferecerão pacotes com franquias diferenciadas. O serviço seria semelhante ao que já é oferecido pela internet móvel, usado em aparelhos de celular, por exemplo.
No último dia 13, a Proteste lançou uma petição online contrária à decisão das operadoras de estabelecerem uma franquia de dados para a banda larga fixa.
A campanha, que é feita dentro do site da entidade ( www.proteste.org.br/contraobloqueiodainternet) busca assinaturas de usuários para fortalecer uma ação judicial contra as operadoras movida em maio de 2015. Até nesta quarta eram mais de 160 mil assinaturas. 
Constatações
A Pesquisa Consumo na Crise, realizada pela agência nova/sb, com 2.800 pessoas ao longo de 12 meses mostrou que:
- A visita a sites e aplicativos é uma das estratégias de pesquisa de preço, promoções, compra, busca de oportunidades de emprego;
- Com o corte nas despesas com entretenimento fora de casa, a internet tornou-se cada vez mais relevante como opção de lazer doméstico;
- Se tiver que reduzir consumo, a internet é um das últimas opções de corte
- A internet é considerada uma das principais conquistas de consumo dos brasileiros, nos últimos anos
Conexão
Corte. A Proteste afirma que a conexão da internet fixa só pode ser bloqueada em caso de inadimplência. Hoje, a regulamentação da Anatel não proíbe a franquia de dados.
Faltou adequação da infraestrutura

As operadoras não investiram em infraestrutura, o que ficou evidente com a polêmica da limitação da internet fixa pretendida pelas empresas do setor, segundo a coordenadora institucional da Proteste, Maria Inês Dolci.

“As operadoras não adequaram a infraestrutura para aumento da capacidade de rede e, frente ao crescimento de demanda, querem mudar o modelo de negócio, passando a focar no volume de dados trafegados e não mais na velocidade”, diz Maria Inês.

Ela observa que, por ora, houve recuo na iniciativa das operadoras de passar a vender a banda larga fixa por franquias, e limite ao uso de dados de banda larga do tipo ADSL. “Só que a mobilização continua até a decisão sobre a questão”, ressalta.

Internet nas compras. Para o sócio da agência nova/sb, que fez a pesquisa Consumo na Crise, com 2.800 consumidores, durante 12 meses, a internet é inclusive uma das principais responsáveis pelo surgimento do perfil de consumidor chamado mundialmente de “smart buyer” (comprador inteligente), que utiliza a internet para fazer comparações de preços e, assim, fazer uma boa compra.

Queixas de consumidores contra Anatel serão enviadas para Ministério Público

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quarta-feira, 27 de abril de 2016

O site Reclame Aqui está realizando, nesta quarta-feira, 27, o "Reclamaço", uma campanha para reunir reclamações de consumidores contra a Anatel. O objetivo é impedir que a agência permita o corte de internet banda larga fixa após o uso de franquia.
Todas as queixas serão devidamente catalogadas e encaminhadas ao Ministério Público Estadual e Federal, que são as autoridades competentes para ingressar com uma respectiva ação civil contra as empresas que infringem os direitos dos consumidores.
“Mesmo com o atual posicionamento da Anatel, de impedir que as operadoras realizem o bloqueio, o Reclame Aqui entende que foi apenas uma batalha vencida e, por isso, convoca os consumidores brasileiros a realizaram suas reclamações no site”, informou a empresa em comunicado.
Até o momento, a Anatel já recebeu 11.248 reclamações, sendo que 2.444 delas estão relacionadas à banda larga fixa.

Anatel proíbe limites da internet fixa por tempo indeterminado

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sábado, 23 de abril de 2016

A Anatel decidiu, pelo menos temporariamente, proibir a implementação de franquias em planos de internet fixa. O comunicado divulgado pela agência nesta sexta-feira, 22, determina que os limites estão proibidos “por prazo indeterminado”, mas que um o Conselho Diretor decidirá sobre o caso.
O texto diz que o órgão decidiu reavaliar a questão dos limites da banda larga fixa com base nas manifestações recebidas por tantos brasileiros que se revoltaram com o tema nas últimas semanas.
A agência deixa claro que a proibição ainda não é definitiva, no entanto, mas vale enquanto não houver o fim deste processo para examinar melhor o tema. “Até a conclusão desse processo, sem prazo determinado, as prestadoras continuarão proibidas de reduzir a velocidade, suspender o serviço ou cobrar pelo tráfego excedente nos casos em que os consumidores utilizarem toda a franquia contratada, ainda que tais ações estejam previstas em contrato de adesão ou plano de serviço”.
Ou seja: por enquanto, todas as empresas estão proibidas de cortar internet ou reduzir velocidade quando um cliente estourar seu limite, mesmo que isso esteja previsto em contrato.
A Superintendência de Relações com Consumidores Anatel já havia proibido preventivamente os limites da internet por 90 dias, mas ainda deixava muitas brechas. A medida propunha a liberação das franquias desde que os contratos antigos fossem respeitados, que o consumidor fosse devidamente informado sobre as restrições e que ele recebesse acesso a ferramentas que permitissem aferir o consumo. Agora a decisão parece um pouco mais firme, ainda que seu caráter continue provisório.
Apesar disso, o comunicado é encerrado com um parágrafo que deixa a entender que a agência continua não sendo contra a implantação das franquias:
“A Anatel acompanha constantemente o mercado de telecomunicações e considera que mudanças na forma de cobrança – mesmo as previstas na legislação – precisam ser feitas sem ferir os direitos do consumidor, razão pela qual proibiu qualquer alteração imediata na forma de as prestadoras cobrarem a banda larga fixa. A Agência, cabe destacar, não proíbe a oferta de planos ilimitados, que dependem exclusivamente do modelo de negócios de cada operadora”
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