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Homem é indiciado por arrastar cão por 7 quilômetros em Jacinto

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quarta-feira, 28 de outubro de 2020

 
Um homem foi indiciado por maus-tratos a um cão, que ficou gravemente ferido, depois de ter sido arrastado por sete quilômetros. O fato aconteceu em Jacinto,  no Vale do Jequitinhonha (MG).



O crime aconteceu no início de outubro e a denúncia chegou à polícia por meio de um vídeo. O inquérito foi remetido nesta terça-feira (27) para a Justiça.

 

Segundo o relatório da polícia, o indiciado teria amarrado seu cão a uma carroça, puxada por um jumento, e se deslocado por cerca de sete quilômetros arrastando o animal ao longo de uma estrada.

 


O homem será indiciado pela Lei Sansão, sancionada em 29 de setembro pelo presidente Jair Bolsonaro e que aumentou a punição a quem maltratar cães e gatos.

 

 

 

Segundo a nova lei, o agressor fica sujeito a pena de dois a cinco anos de prisão, e não mais à detenção de três meses a um ano, como era estabelecido no Artigo 32 da Lei de Crimes Ambientais.



A nova legislação prevê, ainda, que seja aplicada multa ao infrator e tira dele a guarda do animal.


Fonte: em.com.br

JORDANIENSE TEM NOME APROVADO PARA DIRETORIA DA ANVISA

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terça-feira, 27 de outubro de 2020

O Plenário do Senado aprovou na terça-feira passada (20/10) quatro indicações do presidente Jair Bolsonaro para a diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Entre elas está a jordaniense Meiruze Sousa Freitas, servidora de carreira da Anvisa, que atua como diretora-substituta desde o início do ano. Ela recebeu 37 votos favoráveis e 4 contrários. 



Antes de ter o seu nome levado à plenário, a jordaniense foi sabatinada pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado na segunda-feira (19), onde apresentou suas credenciais e visões para o trabalho na agência. 

A Anvisa tem uma diretoria colegiada composta por cinco membros e vinha atuando com três diretores com mandato interino de 180 dias, que terminou no último domingo, dia 4, o que deixou o órgão sem quórum para decisões colegiadas neste momento de enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. Até então, apenas dois diretores da Anvisa eram titulares, o diretor-presidente Antonio Barra Torres e a diretora Alessandra Bastos. 

Meiruze Sousa Freitas vai ocupar vaga aberta com o fim do mandato de Renato Alencar Porto. Ela é servidora de carreira da Anvisa, onde ingressou por concurso em 2007, e, desde abril de 2020, ocupa o cargo de diretora substituta na quarta diretoria da Anvisa. O relator da indicação foi o senador Eduardo Gomes. 

Freitas é especialista em regulação e vigilância sanitária e, na Anvisa, já assumiu diversos postos de chefia na área de vigilância de medicamentos. Para demonstrar a experiência profissional, a formação técnica adequada e a afinidade intelectual e moral para o exercício do cargo de diretora da Anvisa, destacou projetos e ações que resultaram na melhoria do acesso aos medicamentos pela população, em especial para doenças raras, e na adoção pelo país da classificação de agrotóxicos conforme o padrão internacional (Sistema de Classificação Globalmente Unificado – GHS). 

Covid-19 

A indicada também apresentou a implementação, no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária, de metodologia de avaliação de risco dos estabelecimentos de saúde; a adoção de medidas para aumentar o acesso a produtos estratégicos, tais como a ampliação da produção nacional de ventiladores pulmonares e o controle pós-mercado; o programa de monitoramento da qualidade dos kits para diagnóstico da covid-19; e o monitoramento da importação, produção e distribuição dos medicamentos usados na intubação orotraqueal. 

Meiruze é de uma família conhecida aqui em Jordânia, que teve grande influência no desenvolvimento da cidade. Agora, nem só os familiares, mas todos os jordanienses estão orgulhosos pela nomeação da conterrânea. O pai de Meiruze é o senhor Napoleão (já falecido), mais conhecido como “Napo”, um incentivador, e um dos fundadores do Bairro Novo Acordo, em Jordânia.

 por Nilson Chaves com informações da Agência Senado

PROFESSOR SUSPEITO DE ABUSAR DE CRIANÇAS LECIONAVA EM AVAÍ DO JACINTO

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quinta-feira, 22 de outubro de 2020

 Na segunda-feira, dia 19 de Outubro, a Polícia Civil de Minas Gerais, por meio da 17ª Delegacia de Polícia Civil de Jacinto/MG, cumpriu mandado de prisão preventiva em desfavor de um suspeito de ter praticado o delito de estupro de vulnerável. 




O suspeito era professor de geografia na escola estadual localizada no distrito de Avaí do Jacinto, pertencente ao município de Jacinto, cidade localizada na região do Jequitinhonha/Mucuri. O professor teria supostamente, abusado de 9 crianças com idades entre 9 e 12 anos. 

Após denúncia realizada pela mãe de uma das crianças, a Autoridade Policial imediatamente requisitou ao Conselho Tutelar e à equipe volante do CRAS que comparecesse à casa das vítimas e confeccionasse relatório psicossocial informando o ocorrido. 

Diante das informações apresentadas, bem como de uma criteriosa investigação, o Delegado de Polícia representou pela prisão preventiva em desfavor do investigado, o que foi deferido pelo juízo local. 



O crime gerou grande comoção no pequeno distrito de Avaí do Jacinto, vez que o investigado trabalhava como professor e possuía hierarquia e fácil acesso a diversas crianças indefesas. O investigado encontra-se preso à disposição das autoridades. 

O Delegado Titular de Jacinto, DR. BERNARDO FONSECA SILVA CAMPOS, fez um apelo aos parentes de crianças que por ventura tenham sido vítima desse professor, que procurem a Delegacia de Jacinto e denunciem: 



Participaram da operação que culminou na prisão do professor, além do delegado Bernardo Campos, os investigadores Lincoln Martins e Bruno Nascimento. A operação também contou com o apoio de prepostos da Polícia Militar do estado de Minas Gerais.

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO DA PCMG

Fonte: Blog queijo na farinha
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